sexta-feira, 27 de março de 2009

Graça Geral

O texto bíblico de Romanos 3:23, declara que os homens cairam para bem longe de Deus, de tal modo que bastaria isso para amortecer neles qualquer propensão que tenham para retornar ao Senhor. Não obstante, tendo sido criados à imagem de Deus, retêm o bastante dessa imagem para que Deus lhes possa insuflar novamente o interesse pelo Senhor, quer dizer: “Há esperança para a árvore”. Outrossim, há uma graça geral, dada na cruz, que confere a todos os homens a capacidade de buscarem a Deus, em fé, se assim quiserem fazê-lo. Se Deus se apresentou diante de todos os homens, na cruz; ele fez tudo quanto é necessário para que todos os homens possam crer, se assim quiserem fazê-lo; Deus criou o homem com total possibilidade de liberdade, que ele pode decidir-se por ela, quer dizer, Cristo. Portanto, a chamada divina ao arrependimento não é um escárnio, não é feita em vão, é propósito de Deus, é “graça geral”

É verdade que alguns trechos bíblicos, como Romanos 3:10 ss, mostram que o homem é totalmente impotente, jamais se interessando por si mesmo a inquirir por Deus; mas a cruz de Cristo lhe desperta o interesse, capacitando-o a buscar a Deus, porquanto até mesmo na alma do indivíduo mais depravado há alguma espécie de desejo de libertar-se da alienação que a queda no pecado nos tem imposto. E todos os sistemas éticos são prova disso, sem importar se tais sistemas são religiosamente orientados ou não. Ainda que falte a orientação religiosa, fica a questão moral, que segundo Decartes “é a impressão de Deus no homem”.

O homem sabe que não é o que deveria ser (Romanos 7: 14-25), e demonstra algum anelo, por mais débil que seja, de melhorar sua situação espiritual. Mas o Espírito Santo, que está no mundo, exerce influência sobre todos os homens, não apenas sobre os crentes. Por esta razão, todos os homens podem buscar a Deus e encontrá-lo, por intermédio de Jesus Cristo, se assim quiserem fazê-lo, o convencimento do pecado portanto, caberá ao Espírito Santo. Todos estão a merce desta “graça geral”, e louvado seja o nome do Senhor.

sexta-feira, 20 de março de 2009

A Centralidade da Palavra de Deus

A Palavra de Deus ocupa o lugar central do culto, visto que através dela, Deus nos fala. Deus revelou-se a si mesmo como Palavra e através da Palavra, evidenciando a importância da centralidade da Palavra de Deus no culto cristão. No entanto, o que temos visto é um conhecimento das doutrinas divinas somente registradas no intelecto, tornando-se antítese do culto que deveria ser para Deus, quer dizer, que brotasse de um coração contrito e sincero. É comum observarmos no término dos cultos, as pessoas comentando sobre o pregador, sobre a mensagem, sobre a música cantada, porém, esquecem que o culto é para Deus, e é para Ele que todos deveriam se voltar após o culto, para perguntar-lhe se foi bom, se foi agradável.

Há uma profícua busca em demonstrar de forma desafiadora, a necessidade de destacar a relevância da centralidade da Palavra, que não esta na eloqüência do pregador, ou na afinação do conjunto musical, mas na participação do culto, afinal, o culto não é para as pessoas, o culto é para Deus. Importa que no término do culto pergunte-se a Deus: Senhor, o culto que eu entreguei ao Senhor foi bom? Ele te agradou Senhor? Não estou dizendo com isso que a eloqüência e o conteúdo da mensagem não sejam importantes, ao contrário, sem a Palavra verdadeiramente pregada, não poderá haver culto.

Sem a palavra de Deus presente no culto, poderá ter acontecido no máximo uma noite agradável, onde se pula, canta, dança, grita, entre outras coisas. Mas, destaque-se aqui que no princípio, não era a música, teatro, dança, coreografias, nem coral, a Bíblia diz que no princípio era o Verbo (Palavra). É necessário esclarecer, que não existe a intenção de desacreditar tais práticas, mas sim, ressaltar e relembrar a relevância e a centralidade do ensino da Palavra de Deus no culto cristão.

Deus identifica seu filho com a Palavra. Isso é tremendamente importante. Um dos objetivos da pregação, sem dúvida, o mais elevado, deve ser a adoração a Deus e a exaltação do seu nome pela pregação da Palavra de Deus.

A rejeição da Palavra e de sua centralidade tem sido notórias, isso fica claro, nos atuais clubes, que insistem em denominar-se igreja. A Palavra não deve ser rejeitada; ela deve ser entendida como Verdade de Deus para nós; recusá-la é o mesmo que rejeitar o Espírito Santo, pois é ele quem capacita os pregadores a ministrar (evidentemente, ao discorrer esta linha de pensamento, estou referindo-me aos pregadores que, de fato, pregam a Palavra de Deus com conteúdo e seriedade).

O mundo por sua vez, deseja ansiosamente ouvir, porém, não há pregação da Palavra de Deus para todos, não estou me referindo aqui a Bíblias, ou mesmo a quantidade de igrejas, cultos ou pregadores, mas como há falsos pregadores e falsos mestres, é necessário “provar” o que está sendo proclamado para ver se o seu conteúdo se coaduna com a Palavra de Deus. No entanto, neste período de grandes e graves transformações, torna-se evidente que os homens, de forma cada vez mais veemente, querem ouvir mais o reflexo de seus desejos e pensamentos. A centralidade da Palavra de Deus é necessária para que haja, de fato, um culto a Deus.

À igreja foi confiada a Palavra de Deus, a qual ela deve preservar em seus ensinamentos e práticas. Calvino entendia que “a verdade, porém, só é preservada no mundo através do ministério da igreja”. Notamos aí, que peso de responsabilidade repousa sobre os pregadores, a quem se tem confiado o encargo de um tesouro incalculável. A falta de formação acadêmica, a exagerada ênfase no “poder do Espírito” e as falácias exegéticas, tem sido os principais motivos do grande desprestígio da pregação.

A Bíblia através da hermenêutica prova de forma empírica que a centralidade da Palavra de Deus no culto cristão atual esta desvirtuada, e que a igreja contemporânea esta dentro de um grande equívoco. É preciso reavaliar a ordem de culto dentro do contexto bíblico e retornar a centralidade da Palavra de Deus, submetendo-se a ela urgentemente.
Homens como Jonathan Edwards, George Whitefield, Charles Spurgeon, Martyn Lloyd Jones, entre outros, pregavam com um profundo conteúdo, lógica e conhecimento das Escrituras. Em contraste, a pregação de nossos dias tem sido superficial, com ênfase no estilo e nas emoções. Torna-se inadmissível, o fato de que o culto tenha vinte minutos de palavra e uma hora e quarenta minutos de tantas outras coisas. É preciso um despertar da igreja para a importância que a Palavra de Deus ocupa no culto cristão, e que a orientação das Escrituras, sem adornos, é o único caminho para o verdadeiro culto a Deus.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Eleição e Livre Arbítrio

Deus criou o ser humano um ser livre e em condições de exercer sua liberdade, pois o fez capaz de conhecer e avaliar sua realidade. Esta é uma das características que evidenciam a imagem e semelhança de Deus no ser humano. É claro que a liberdade humana tem seus limites, enquanto que a liberdade divina é total e absoluta. Mas o ser humano pode e tem condições de escolher como pensar e agir. Isso é livre-arbítrio. Desse livre-arbítrio, decorre a responsabilidade moral do ser humano. É livre, mas também responsável por suas idéias e ações. Por ser livre é, também, responsável por sua conduta. Na intenção de averiguar a Presciência de Deus e o Livre Arbítrio, Sua Soberania e o desejo do homem de escolher, embora pareça um paradoxo, o estudo hermenêutico deste assunto nos levará a resultados surpreendentes e inéditos.
Supostamente Deus criou o homem com liberdade para tomar decisões, com liberdade para rejeitar ou aceitar Seu plano de salvação, para crer ou não crer Nele, para aceitar ou não o seu chamado para o ministério.
Adão e Eva tiveram a liberdade de decidir; influenciados pelo diabo, optaram pela desobediência ao Criador. Antes disso, Lúcifer, um anjo de grande prestígio no céu, também usou de seu livre-arbítrio, desejou ser igual ao Altíssimo e caiu em rebelião. Não obstante, Moisés não teve escolha a respeito do ministério que Deus o convocou, assim como Jeremias, que antes de nascer já estava predestinado. O que dizer do apóstolo Paulo que sem procurar a Cristo, foi convocado por Ele.
Em Deuteronômio 28, Deus coloca diante do seu povo dois caminhos: (a) "Se obedeceres à voz do Senhor teu Deus... todas as bênçãos virão sobre ti..." (b) "Mas se não deres ouvidos à voz do Senhor teu Deus... virão sobre ti todas estas maldições...". Noutras palavras, Deus concede ao seu povo a liberdade de escolha, ou a aceitação do homem a convocação de Deus ao ministério que Ele, na sua ação convocatória já definiu.
De fato, Jesus nos deixou exemplos de liberdade. Em Mateus 7, Ele afirma que diante dos pecadores existem dois caminhos: um deles é espaçoso e conduz à perdição; o outro, estreito, conduz à vida eterna. Disse que são poucos os que percorrem o caminho apertado. Ora, se não prevalecesse à vontade humana, todos os homens seguiriam o caminho estreito, porque é da vontade de Deus que todos se salvem. No entanto, Jesus estaria, supostamente, apontando as ocorrências resultatórias da anunciação da chegada do Reino de Deus, onde diante da apresentação dos fatos, o resultado já estaria definido. È possível que algumas considerações soem estranho ao nosso ouvido. No entanto, é preciso dar ouvidos a hermenêutica.
Não é desejo do autor falar sobre a salvação (embora seja um assunto fascinante). O cerne da questão e motivo desta reflexão está na condição do homem após aceitar Jesus como seu Senhor e reconhecê-lo como único Salvador. O crente, usando o seu livre-arbítrio, pode voltar-se para o pecado, perder a fé, perder a graça de Deus e, assim, perder a salvação? Mais uma pergunta cabe formular: o crente possui livre-arbítrio? Se a resposta for afirmativa, é evidente que ele poderá usá-lo, e usá-lo para abandonar a sua fé original e fazer morrer a chama do primeiro amor; se negativa, a condição de servo não seria apenas poética, mas enfática e convocatória.
A partir da decisão do primeiro casal no Éden, alguns afirmarão que as evidências escriturísticas provam que em nenhuma circunstância o ser humano perde o direito à liberdade de escolha dada por Deus. O argumento de que temos o Consolador que nos convence do pecado, e, portanto não podemos cair não me parece suficiente. Vejam: "Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo" (Hb 3.12). Só pode haver desenlace quando há enlace; só podemos sair de onde entramos; "apartar-se do Deus vivo" significa quebrar uma aliança existente.
Mas o que dizer de uma pessoa que se entregou a Cristo e aceitou-o como seu Senhor e Salvador? Poderia ela, que agora é escrava de Cristo, optar em realizar ou não o chamado convocatório de Cristo para o ministério? Considerando que esta pessoa possa escolher, não estaria ela frustrando os planos de Deus? Temos realmente o direito de escolher o ministério que desejamos realizar, ou, temos o direito de rejeitá-lo? A Soberania de Deus se estabelece diante do Seu desejo perfeito para o ser criado, ou o desejo do homem prevalecerá diante do propósito do Criador? O homem é servo ou senhor? A sua vida restaurada em Cristo pertence a ele, ou Aquele que o restaurou? A hermenêutica bíblica do texto de Atos 26:16, nos revela o termo grego “uperetes” (ministro). Enraizados dentro de uma perspectiva hermenêutica e tendo como ancora desta reflexão o texto citado acima, precisaremos buscar um equilíbrio entre Eleição e Livre Arbítrio.

quinta-feira, 12 de março de 2009

A Hermenêutica e a Poesia Romancista – Um Desabafo Inesperado

Estudar hermenêutica bíblica e procurar praticá-la, nos faz entender um pouco da beleza do “mitte” das Escrituras. A hermenêutica é apaixonante e nos faz vibrar, isso, porque ela nos remete ao objetivo bíblico, e nos leva a verdades eternas que conhecemos em parte, mas, por motivo do pecado que permitirmos habitar em nós, insistimos em não praticar. Estabelecer uma visão hermenêutica a respeito da Bíblia poderá acarretar numa visão poética e romântica, o que para muitos é um grande erro, afinal, as coisas na prática são diferentes.
Lendo e observando atentamente a palavra de Deus, poderemos e certamente ficaremos maravilhados, porque a santa palavra nos traz uma realidade extremamente bela e santa. Tendo como “background” a intenção do Criador, a Bíblia ensina como tudo deve realmente ser, e fica claro que a sua tão perfeita confecção (obra única e exclusiva), objetiva ensinar que tudo deve seguir o curso que Ela tem nos proposto, os erros que circundam nossa vida devem naufragar com o passado. Acreditar nesta verdade empírica significa para quase todos, viver um romance, uma poesia.
Conversando com homens consagrados de Deus, grandes e pequenos, iniciantes e experientes, anônimos e renomados, ouvi em quase a sua totalidade, a mesma frase: “na prática é diferente, é outra coisa”. Num esforço justificável pela falta da vivência de Coríntios 13, esforçavam-se para me explicar a diferença entre o “ideal” (Bíblia) e o real (prática), numa frenética tentativa insustentável de convencer-me a viver somente o real.
Recebi olhares que me humilharam, outros que aproveitaram o momento para se deliciar com o deboche, afinal, minhas colocações e meus argumentos bíblicos eram poéticos e românticos demais. Então não agüentei e chorei. Chorei porque aqueles que deveriam acreditar nas palavras esclarecedoras da Bíblia, não crêem que as coisas podem e devem ser diferentes. Chorei porque os olhares que me foram dirigidos não extrinsícavam amor, nem misericórdia, mas condenavam-me como sendo tolo e ingênuo. Diante de uma realidade miserável e desgraçada como essa, parece que estes homens ensinam de fato o que esta escrito, mas não acreditam no poder desta verdade para que o “ideal” aconteça. Somente o “real” tem validade num mundo miserável, desgraçado, egocêntrico e existencialista, pela descrença daqueles que foram convocados para acreditar. Lembrei-me das palavras de Jesus a igreja de Sardes.
Como já esta estabelecida a regra da sociabilização desde o início da queda do homem, para ser aceito, é mister se adequar ao fútil pensamento e na miserável regra de crenças, é viver o faz de conta, a utopia de levar tudo no ritmo de um clube, mas negando que seja isso até a morte. A forma esta podre, não há esperança para ela, ainda sobrevive depois de uma morte que já lhe foi sentenciada. Somente a essência permanece a mesma, ela é imutável e isso nos maravilha e nos faz continuar. O pensamento hermenêutico nos faz constantemente olhar para o texto da santa palavra, e nos recarregarmos de esperança, de fé em que tudo poderá ser como esta escrito e registrado pelo Santo Espírito. Quando insistem em supostamente revelar o contrário nos bastidores da hipocrisia, lembro-me de Mateus 23:2 e lamento profundamente.
Deus nos livre de abandonar a poesia e a visão romântica como dizem, prefiro e insisto em continuar acreditando que tudo é possivel ser como a santa palavra de Deus tem ensinado a todos nós. O amor é possível e deverá numa perspectiva bíblica, ser anunciado não como um “idealismo”, mas como uma práxis realista e atual, válida para o momento que se chama hoje. Bem é verdade e Jesus já alertou sobre o futuro dizendo: “o amor se esfriará do coração de quase todos”. A palavra não esta escrita para trazer conformismo, mas incomodo e confronto, para que o homem possa mudar e caminhar para frente, para o alvo. Caminhar para o alvo é ser romântico, é ser poético, é ser bíblico, é o papel do verdadeiro hermeneuta de Deus. Quanto a mim, homem pecador e miserável que sou, clamo pela misericórdia do Senhor, para que Ele me sustente e me ajude a continuar encontrando a beleza e a poesia de um livro inspirado pelo Criador, para fazer de nós pessoas mais românticas e melhores.

terça-feira, 10 de março de 2009

A Dificuldade da Hermenêutica

Verdade é que encontramos algumas dificuldades quanto a compreensão da interpretação dos textos bíblicos. O problema desta compreensão interpretativa da revelação bíblica, não é uma invenção moderna e atual, como algumas vezes se quer fazer crer, esta dificuldade é bastante remota. Não obstante, a própria Bíblia atesta que sua interpretação apresenta dificuldades e o entendimento poderá vir somente com o tempo de estudo.
Ao lado de textos límpidos, ela comporta passagens obscuras, e não são poucas suas penúrias exegéticas. Observando alguns escritos do profeta Jeremias, Daniel se interrogava longamente sobre o sentido deles (Daniel 9:2). Segundo os Atos dos Apóstolos, um prosélito etíope do primeiro século encontrava-se na mesma situação, tentando compreender o sentido hermenêutico das Escrituras, a propósito de uma passagem do livro de Isaías (Isaías 53:7-8) e reconhecia ter necessidade da ajuda de um hermeneuta (Atos 8:30-35). A segunda carta de Pedro declara que “nenhuma profecia da Escritura resulta de uma interpretação particular” (2 Pedro 1:20) e ela observa, de outro lado, que as cartas do apóstolo Paulo contêm “alguns pontos difíceis de entender”, que os conquistadores exegéticos e os ignorantes distorcem, como fazem com as demais Escrituras, para sua própria perdição (2 Pedro 3:16).
O problema interpretativo é, portanto, bastante antigo, mas ele se acentuou com o desenrolar do tempo. Para encontrar os fatos e palavras de que fala a Bíblia, os leitores e hermeneutas devem voltar a vinte ou trinta séculos atrás, o que não deixa de levantar dificuldades, haja vista, entra o fenômeno do distanciamento. De outro lado, as questões de interpretação tornaram-se mais complexas nos tempos modernos devido aos progressos feitos pelas ciências humanas.
Métodos científicos foram aperfeiçoados no estudo do texto da antiguidade, embora sejam métodos que visam facilitar o entendimento do texto bíblico, a multiformidade e complexidade dos métodos, nem sempre elucida o leitor da santa palavra de Deus. Em que proporção esses métodos podem ser considerados apropriados à interpretação da Sagrada Escritura? Uma vez que muitos métodos que alcançaram o seu apogeu em tempos remotos, e hoje estão obsoletos e em desuso, uma dose de preocupação e cautela será salutar na abordagem dos métodos interpretativos.
O único método infalível é a entrega total ao texto das Escrituras, somente a leitura e o contato diário com o texto inspirado nos trará segurança no entendimento. O método mais eficaz continuará sendo a leitura reflexiva do texto, o diálogo com a santa palavra, a busca de respostas no próprio texto, o interesse de conhecer o texto e respeitar a simplicidade do seu contexto, fará de um simples leitor, um gigante da hermenêutica.