domingo, 14 de agosto de 2011

Eu Maçom...


Sou maçom! É verdade, descobri que sou maçom. Não porque tenha ingressado na maçonaria, ou tenha interesse na mesma, mas, descobri através de alguns amigos que tenho encontrado, que os comentários a meu respeito envolvem tais afirmativas.

Após esboçar um leve sorriso, e declinar a falácia dos hipócritas, glorifiquei ao meu Deus e Rei, o Senhor Jesus, porque intrinsicado na Santa Palavra lembrei-me das palavras do Senhor: Bem-aventurados sereis quando vos cobrirem de maldições, vos perseguirem e, mentindo, disserem de vós todo o mal por minha causa. Rejubilai então e exultai, porque grande recompensa vos está reservada nos céus; visto que assim também perseguiram os profetas, que existiram antes de vós”.

Que os maçons não me entendam errado, nada tenho contra eles, nem contra os católicos, espíritas ou qualquer outra profissão de fé, crença ou filosofia. Se há, ou haverá um julgamento, não sou eu juiz de nada, fica isto a critério do Rei Jesus, afinal, o ensinamento de não julgar procede de Cristo, Ele nos ensinou. Apenas não coadunam o estar cristão com a maçonaria, não obstante, estou e estarei para sempre cristão, pois o sou por convicção, por entendimento, por determinação racional e espiritual.

Quanto aos hipócritas, aos miseráveis, aos linguarudos, aos fofoqueiros, aos mentirosos, aos infames, aos mesquinhos, aos demagogos, aos estúpidos...  Queimarão no lago de fogo e enxofre ao qual o livro do apocalipse se refere, pois são maus, têm o coração inundado de perversidade e objetivam suas vidas em falar mentiras da vida de outros. Disfarçam-se de cristãos, mas são lobos em pele de ovelhas.

Conheço maçons que são excelentes pessoas, assim como alguns católicos que são modelo de cristão, rotarianos dedicados e alguns espíritas que tem pago o preço do amor, felizmente conheço também alguns cristãos ao qual o mundo não é digno, infelizmente, porém, estão cada vez mais raro, quase extintos, pois o amor tem se esfriado do coração de quase todos. Que Deus nos ajude.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

De pastor para pastores


Sinceramente, sejamos francos então...  Só existe um Pastor de Ovelhas, e Ele tem em suas mãos marcas de cravos, refiro-me Aquele que é Santo, sim, ao único que é digno. Cristo não é simplesmente o Sumo Pastor, Ele é o Pastor das ovelhas, todo o rebanho é Dele.

Este posicionamento dos pastores de igreja (refiro- me evidentemente a institucional), que declaram que são pastores das ovelhas, e, portanto, se inclinam a controlar a vida dos evangélicos e até mesmo dos cristãos, por declararem que são responsáveis pela vida delas e blá, blá, blá... Por favor, vamos ler a Bíblia e aprender, afinal, já é tempo.

O único Pastor das ovelhas é Cristo, o único que tem autoridade para cumprir o Seu Soberano desejo na vida dos cristãos é Ele... O Santo, o dono do rebanho. Pastores congregacionais não são donos do rebanho, eles não mandam, não estão revestidos desta autoridade, somente Cristo tem este poder.

Os pastores congregacionais, foram escolhidos, refiro-me aos verdadeiros, para cuidar do rebanho do Pastor das ovelhas, é uma tarefa, uma missão. Mas, entenda bem, as ovelhas não são deles, foram simplesmente incumbidos por Cristo para cuidar delas. Entendam, os pastores congregacionais, não derramaram o sangue pelas ovelhas, eles não pagaram o preço da cruz, não venceram a morte, nem mesmo venceram o pecado!

Não confundam os papéis, não queiram subir ao altar, pois é lugar santo. Pastores congregacionais, cuidem bem das ovelhas do Pastor, um dia Ele cobrará seus atos, sua arrogância, sua altivez, sua soberba. Pastores congregacionais devem ser servos não senhores, devem trabalhar, acordar cedo, pagar o preço que todo cristão paga para ser cristão. Deixe o altar para Aquele que é digno, isto evidentemente, exclui todos os pastores congregacionais e qualquer outro. Somente o Santo Rei é digno, a Ele toda honra, glória e majestade.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Os Miseráveis

Na penumbra da decadente visão eclesiástica humana, busco por oxigênio. Não me refiro ao ser em si, mas, na mediocridade do pensamento estabelecido por terceiros ou por paradigmas inquebráveis, mesmo diante Daquele que é Santo ou santo.

Lembro-me do apóstolo Paulo quando desabafou: “Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens”. Olhar para o que se vê neste mundo, é olhar para algo miserável; esperar que o meu pensamento seja sensato diante do desconhecido anverso, é muito miserável, é miserabilíssimo.

Muito embora devesse estar preparado, ainda me é motivo de espanto quando ao declarar que não mais pertenço a uma igreja institucionalizada, recebo olhares de tristeza e meneios de cabeça. Estranho... Pois, se estamos cristãos somente diante da instituição, então “somos os mais miseráveis de todos os homens”. Se demonstrarmos amor somente ou quase nunca, dentro dos muros da instituição, então “somos os mais miseráveis de todos os homens”.

Quando afirmo ser cristão, ainda que minhas atitudes coadunem com esta premissa, diante da enorme preocupação eclesiástica, digo instituição, somos tidos por moribundos, como se tivéssemos traído a Cristo, entregues a própria sorte, afinal, perdemos a carteirinha, não obstante, o Criador não perde tempo com estes assuntos... Leia a Bíblia, veja que a preocupação é com a verdadeira igreja.

Cristo não fundou igreja instituição, e ressalto que nada tenho contrário a ela, sei da sua importância e necessidade, mas a recíproca sempre será verdadeira no anverso, pois se entendermos que a instituição é maior que a igreja, então “somos os mais miseráveis de todos os homens”.