domingo, 26 de fevereiro de 2012

O Vínculo da Perfeição


Sinceramente, não poderei falar sobre este tema porque é muito alto para alguém tão pequeno como eu. Certamente qualquer conceito que discorra sobre este assunto será hipócrita ou enganoso, sim, o motivo é que somente aquele que é amor pôde com propriedade falar do assunto, e não somos amor, o que temos é uma porção do amor, que foi colocado em cada um de nós e o temos alimentado ou não.

Então, como o amor é um assunto muito falado por tudo e todos em qualquer tipo de situação, irei convidar-lhes para um acompanhamento hermenêutico de um trecho do texto bíblico mais conhecido sobre este assunto, trata-se da primeira carta aos coríntios capítulo treze. Convido-lhes a uma introspecção, uma imersão no texto Sagrado. 

Ainda que...
1Co 13.1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.

1Co 13.2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

1Co 13.3 E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

O que é e o que não é o amor...
1Co 13.4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,

1Co 13.5 não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;

1Co 13.6 não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;

1Co 13.7 tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.


"E, sobre tudo isto, revestí-vos do amor, que é o vínculo da perfeição".

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