domingo, 16 de junho de 2013

O Mito da Liberdade

Diz-se que a vontade do homem é livre para decidir entre o bem e o mal. Mas é livre do que? É livre para escolher o que?

A vontade do homem é a sua capacidade de escolher entre alternativas. A sua vontade, de fato, decide qual a sua ação entre certo número de opções. Nenhum homem é compelido a agir contrário à sua vontade, nem forçado a dizer aquilo que não quer. Suas decisões não são formadas por uma força externa, mas por forças internas.

A vontade toma decisões, e estas decisões tomadas não estão livres de influências. O homem escolhe com base nos sentimentos, gostos, entendimentos, anseios, etc. Em outras palavras, a vontade não é livre do homem. Suas escolhas são feitas pelo seu próprio caráter. Sua vontade não é independente de sua natureza.

A vontade é inclinada àquilo que você sente, ama, deseja e conhece. Você sempre escolhe com base em sua disposição; de acordo com a condição do seu coração. A Bíblia diz que nossa vontade não é livre, ao contrário, ela é escrava do coração.

A capacidade de escolha do coração do homem é livre para escolher qualquer coisa que o coração ditar; assim, não existe qualquer possibilidade de um homem escolher agradar a Deus sem que haja a prévia operação da Graça Divina.

É a natureza que dita sua escolha. Por isto é discutível a questão do livre arbítrio sobre vários aspectos. O arbítrio humano, assim como toda a natureza humana, é inclinado só e continuamente para o mal, daí Deus se revela Soberano e efetua o chamado convocatório.

Deus muda o coração e cria um novo coração em submissão e verdade, o homem não pode decidir por Jesus para ter um ministério.


A vontade pelo ministério não é de fato livre. Pelo contrário, ela é escrava do coração pervertido; escrava da natureza. Foi a vontade de escolher o fruto proibido que nos atirou na miséria. Só a vontade de Deus tem realmente liberdade para exercício do ministério, e se quiser pode dar vida.

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