quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Festa da Lua Cheia


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Livre Arbítrio e Soberania

Deus nos fez de modo tal que somos seres formadores de decisão. Sempre faremos uma escolha ou outra em dada situação. Não podemos parar de fazer escolhas quando confrontados com alternativas. Se eu me recuso a fazer uma escolha, eu ainda assim, estarei fazendo uma escolha.

Mas como são feitas as escolhas? Os homens, farão escolhas segundo o seu desejo momentâneo. Ao escolher, pensamos ser a melhor opção no momento, isso quer dizer que nossas escolhas revelam nosso caráter, uma vez que é nosso caráter quem produz nossos desejos e, portanto, determina o que consideramos a melhor opção. Um bom caráter geralmente desejará boas coisas, e um mau caráter desejará coisas más. O que nós escolhemos, portanto, revela a condição da nossa maturidade.

Deus nos criou como seres responsivos, ou seja, em resposta à nossa criação, deveríamos glorificar ao Criador. Isto significa que nós não agimos diante de Deus, mas apenas reagimos.

A vontade pode ser livre para planejar, mas não para executar. Quando se diz que a vontade é livre, obviamente não quer dizer que ela determina o curso da nossa vida.

Não escolhemos doença, pobreza ou dor. Não escolhemos nossa condição social, nossa cor, ou nossa inteligência.

Ninguém pode negar que o homem tem vontade, e que esta faculdade de escolher o que dizer, fazer, pensar, tem nos frustrado bastante. Pensando em nossa liberdade, podemos projetar um curso de ação, mas não podemos realizar o intento. Em outras palavras, nossa vontade tem a capacidade de tomar uma decisão, mas não o poder de realizar seu propósito.

O homem pode escolher e planejar o que tiver vontade. Mas a sua vontade não é livre para realizar nada contrário à vontade de Deus. 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Sonhos

E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões – Joel 2:28


Uma vida sem sonhos se torna monótona. Sem objetivos e sem planos, o dia a dia se torna cansativo e o viver parece ingrato.

A profecia do livro de Joel destaca um anúncio sobre esta questão, revela uma experiência gerada pelo Espírito, que foge da normalidade cotidiana, “vossos velhos terão sonhos”. Não é normal. As pessoas com idade avançada, de comum, se acomodam no seu estado, pois a juventude se foi, e as novas realizações parecem não ter sentido devido a idade.

Na profecia destacada no livro profético de Joel, esta lei pode ser alterada, pois aquele que receber, aceitar o Espírito, ainda que velho voltará a ter sonhos.

Ter sonhos é uma coisa boa, é revitalizar as coisas que estão guardadas no âmago da alma, é o desejo de recriar a história, ou simplesmente, continuar a criar um novo futuro. É o desejo de realizar, de tentar outra vez, de voltar a acreditar que é possível e que desta vez vai dar certo.

Muitos sonhos foram frustrados, e alguns apagados pelas situações decorrentes da própria vida, e desnorteados muitos desistiram e se tornaram tristes. A vinda do Espírito trouxe ao homem a possibilidade de poder sonhar outra vez, tendo novamente condições de planejar e criar novos objetivos.

Mais tarde alguém diria: “Deixando as coisas que para trás ficam...” A renovação dos sonhos esta totalmente ligada ao abandono do passado, não da mente, pois ela foi criada para ser depósito, mais do coração, lugar de onde procedem as fontes da vida.

Busque a presença do Espírito, e volte a sonhar, sonhos gerados pelo convívio no Espirito Santo, produzem alegria de vida mesmo nos momentos difíceis. Não pense ser velho, nem mesmo que o tempo já passou, pois estando “Nele” todas as coisas se renovam e pela fé são possíveis.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Os Primeiros Interpretes da Bíblia

O primeiro intérprete da Palavra de Deus foi o diabo, dando a palavra divina um sentido que ela não tinha, falseando astutamente a verdade (Gn. 3:1). Na verdade Deus disse o contrário (Gn. 2:16). Esta é uma interpretação eisegética, significa usar um texto da Bíblia, adulterando o seu sentido.

O segundo intérprete da Palavra de Deus foi Eva (Gn. 3:3). Na verdade Deus disse outra coisa (Gn.2:1617). Eva também usa da eisegese, pois acrescenta ao texto aquilo que ele não diz.

Um estudo da história da interpretação bíblica começa, em geral, com a obra de Esdras. Ao voltar do exílio na Babilônia, o povo de Israel solicitou a Esdras que lhes lesse o Pentateuco. Neemias 8:8 lembra: “Leram [Esdras e os levitas] no Livro, na lei de Deus, claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia.” 

Como vimos acima, ser um interprete da Santa Palavra, não significa fazê-lo de maneira correta. A primeira e a segunda interpretação da narrativa bíblica, demonstrou uma "eisegese". Por fim, encontramos a primeira hermenêutica bíblica correta, no livro de Neemias. Fica-nos como alerta uma das 03 principais teses de Lutero "Sola Scriptura".